O texto âncora é a parte visível e clicável de um link. Numa matéria ou num guest post, a melhor escolha é um texto descritivo, curto e coerente com a frase em que aparece e com a página de destino, como o nome da marca, o nome do serviço ou uma expressão natural do próprio texto. É o que o Google recomenda em suas práticas de links, que também lembram que o excesso de palavras-chave viola as políticas de spam. Em links pagos, o Google pede ainda a marcação sponsored ou nofollow.
A escolha parece um detalhe, mas diz muito sobre a publicação. Um link que se encaixa na frase ajuda o leitor e parece natural; um link com uma expressão comercial forçada chama atenção pelo motivo errado.
O que o Google recomenda
A página de práticas recomendadas de links do Google define bem o critério: “Um bom texto âncora é descritivo, razoavelmente conciso e relevante para a página em que está e para a página a que ele direciona.” A mesma página observa que as palavras antes e depois do link também fazem diferença, porque ajudam a dar contexto a quem lê e ao buscador.
Nas políticas de spam, o Google cita entre os exemplos de spam por links as matérias pagas e os posts de convidados com links de texto âncora otimizado. O problema apontado não é a existência do link, e sim o link pago que passa crédito de classificação ou usa uma âncora pensada para manipular a busca, repetida em série.
Os tipos de âncora
| Tipo | Exemplo | Quando faz sentido |
|---|---|---|
| Marca | “Padaria Estrela” | Apresentar a empresa ou citá-la como fonte |
| Serviço ou produto | “revisão de freios” | Levar a uma página de serviço específica |
| Descritiva | “guia para escolher um colchão” | Levar a um conteúdo informativo |
| Endereço do site | “padariaestrela.com.br” | Referência simples, sem contexto adicional |
| Expressão comercial exata | “comprar colchão barato” | Com cautela; repetida em várias publicações, é o padrão que as políticas descrevem |
| Genérica | “clique aqui”, “saiba mais” | Informa pouco ao leitor e ao buscador |
A âncora dentro da frase
Compare duas versões. Na primeira, a frase diz “para quem vai trocar o colchão, um guia para escolher o modelo certo ajuda a comparar densidade e altura”, com o link no trecho do guia. Na segunda, a frase diz “comprar colchão barato é na loja tal”, com o link na expressão comercial. A primeira informa e leva o leitor a um conteúdo útil; a segunda parece anúncio e oferece pouco a quem lê.
Quantos links por matéria
Os veículos também podem limitar a quantidade de links. Há portais que aceitam apenas um link de saída por texto, e outros que permitem dois ou três. Na tabela da EVTE Marketing, esse tipo de limite aparece nas observações de cada veículo quando o próprio portal o informa, o que ajuda a planejar o texto antes da compra.
Com poucos links disponíveis, a escolha da âncora e da página de destino ganha peso. Em geral, um link bem colocado vale mais do que três links espremidos no mesmo parágrafo.
Variar ao longo das publicações
Num conjunto de matérias, a variedade é o que torna o perfil de links natural. Um conjunto em que predominam o nome da marca, os nomes dos serviços e expressões do próprio texto tende a parecer menos artificial do que dezenas de publicações com a mesma expressão comercial.
Links pagos e marcação
A marcação do link, com sponsored ou nofollow, costuma ser definida pelo veículo no momento da publicação. O Google orienta que links pagos recebam essa marcação, e isso não muda o cuidado com a âncora: o texto do link continua sendo lido por quem visita a página.
A EVTE Marketing (evte.net), fornecedora de guest posts e matérias com link, recebe do cliente a página que deve ser citada e pode escrever o texto sem custo adicional; os preços variam de R$ 75 a R$ 2.497 conforme o veículo escolhido na tabela.





